No curso de IA do Gustavo Guanabara, houve uma analogia que chamou atenção: uma IA treinada para identificar “ameaças” num cenário de guerra poderia agir de forma imediata, sem o tipo de pausa ou julgamento que um humano poderia ter — enquanto um humano talvez hesite ao perceber que o alvo é uma criança, por exemplo.
Isso nos leva ao seguinte ponto: com a evolução e uso da IA em drones, enxames e sistemas autônomos já em combate, as decisões de vida ou morte podem deixar de ser apenas humanas.
Em paralelo, fala-se cada vez mais da Indústria 6.0 — uma revolução que não coloca a máquina contra o humano, mas sim o humano junto da máquina. E se esse for o caminho mais sensato?